A “acção de graças” encomendada por Paulo Macedo, director-geral de Impostos, o tal que aguarda que o Governo resolva o caso do seu vencimento de vinte e um mil euros, acrescido de um prémio anual equiparado ao auferido enquanto funcionário do BCP, parece ter-se extraviado e ainda não terá chegado ao céu.
A prece poderá ter passado antes pelo Sindicato dos Trabalhadores de Impostos que diz que “nem tudo corre bem na Direcção-Geral das Contribuições e Impostos e acusa Manuel batista da Silva, presidente daquela estrutura representativa dos trabalhadores de “bajulador”.